E sabe que depois de muito tempo a gente acaba não sabendo quem realmente é. Se temos coisas a descobrir dos outros ao longo do tempo, é porque temos (igualmente) coisas a descobrir a nosso respeito. Coisas agradáveis, ou nem tanto. Coisas absurdas, vontades, desafetos, desejos, manias, atitudes. Coisas que nos completam e que, por isso, não podem se encaixar no que é certo ou que é errado. Não importa se são defeitos ou qualidades, são seus, são meus. O que importa é quando essas coisas se somam e dão conta da sua personalidade. E do quanto você a aceita e não a ignora. Porque a grande sabedoria não está em corrigir os erros, mas em aprender com eles.
21 agosto 2012
31 julho 2012
Sobre o Cara lá de cima
Sabe que de vez em quando a gente levanta teorias para explicar alguns mistérios da vida. Numa dessas de discutir sobre Deus eis que encontramos um ídolo. Nosso, do jeito que (Ele) deve ser.- Por Day (vale a pena ler).
04 julho 2012
De repente... Julho.
Julho. Mês do frio. Mês do quente também. Do abraço quente, do chocolate quente, do cachecol, das luvas. Mês de um amor quente. De idéias quentes. De amigos pegando fogo. Gosto de julho. Lembra férias. Férias das coisas ruins e agosto é a abertura de portas para o "vou terminar o ano diferente". Esse julho, nosso camarada, que chega junto pra dormir de conchinha, pra reconciliar amores e para viver mais junto. Da família, dos amigos, dos colegas. Então, chega mais Julho, e traga consigo esse gelinho gostoso, pra congelar as coisas ruins, não para desaparecerem, porque fazem parte da nossa história, mas para ficarem ali, quietinhas, onde devem ficar (para trás) e traga o agosto, mês da alegria, do novo e do belo. Mês do fazer acontecer. Chega mais julho.
02 junho 2012
E que o novo venha
É sentado que se espera, mas é de pé que enxergamos melhor a vida. Que às lembranças vivam cada dia mais belas e menos doloridas. Que as palavras tenham, agora, conotações diferentes. Que se louvre os fatos que construíram (a sua) história, mas que tenha lugar para o novo. É, o novo. Esse mesmo, que dá medo, que esfria a barriga, que mexe com a estrutura. O novo, que nasce do caos. O novo que mostra que a vida não pára e que não é preciso esquecer do passado pára vivê-lo. Porque se demos espaço pára o novo é porque, um dia, já fomos do velho.
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